Esta opção irá restaurar todas os widgets e janelas fechados e voltará a home ao original.

Reset
Indicar este Artigo Indicar este Artigo

Zona Portuária

Fonte: O Globo

A Prefeitura do Rio intensificou sua atuação para evitar que a especulação imobiliária atrapalhe a revitalizaçãoda Zona Portuária. Diante de alguns preços exorbitantes, começou a dialogar com os proprietários de terrenos. E não descarta a possibilidade de fazer desapropriações. “Não há intenção de desapropriar em massa. Mas vamos atuar quando se tratar de área de utilidade pública e interesse social, ou se ficar claro que o dono não tem interesse de desenvolver empreendimento imobiliário”, diz o secretário municipal de Desenvolvimento, Felipe Góes. Até agora, foram desapropriados três imóveis: os que abrigarão o Museu de Arte do Rio e o Museu Olímpico e um no Santo Cristo.

A prioridade, diz Góes, é monitorar terrenos planos com mais de mil metros quadrados. São os com maior potencial de comercialização das Cepacs, títulos que autorizarão seu detentor a construir edifícios mais altos que o atual gabarito. A Prefeitura também tem direcionado investmentos. O laboratório Bronstein, por exemplo, estudava alugar um prédio da Cimento Nassau, mas teve que recuar porque ele estava em área onde estão previstas construções de 30 pavimentos.

O interesse de grandes grupos justifica a cobiça de proprietários da área. O empresário Eike Batista quer investir no Porto Maravilha com um grupo americano, em projetos residenciais integrados a shoppings centers. A CHL busca terrenos para residenciais e comerciais. A construtora lançará no fim do ano seu primeiro prédio na região: um comercial na Avenida Venezuela, com 21 andares e valor geral de vendas de R$ 100 milhões. Diretor de incorporação da CHL, Marcos Saceanu elogia a ação pública: “A Prefeitura quer gerar negócios reais, e não especulações imaginárias. Isso é bom para as empresas interessadas em investir no Porto”. Diante da dificuldade de achar compradores para imóveis maiores, a Sergio Castro Imóveis focou na venda de sobrados de R$ 300 mil. “Há demanda de pequenos investidores, interessados em em alugar para restaurantes e bancos”, diz o diretor Claudio castro, que criou  filial na Gamboa.

Tópicos relacionados:

  1. Rio-2016 “redescobre” zona portuária
  2. FGTS será usado para revitalizar Zona Portuária
  3. Zona Portuária
  4. Prédio anexo do BNDES poderá ser erguido em terreno da Zona Portuária
  5. Nova Câmara de Vereadores será em terreno perto da Cidade do Samba, na Zona Portuária

Deixe uma Resposta

Você deve estar logado para postar um comentário

Switch to our mobile site