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Sudeste tem o metro quadrado mais caro do país, diz IBGE

Fonte: Extra

Os consumidores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel em dezembro. Levantamento do IBGE mostra que o custo do metro quadrado na região fechou 2009 em R$758,86. Desse total, R$412,64 são relativos aos materiais de construção e R$303,70, à mão de obra. Já o custo médio nacional atingiu R$716,34 no último mês do ano. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$671,24. Os resultados finais de 2009 apresentam variação de 4,29% para os materiais. A parcela do custo referente à mão de obra aumentou 8,03%.

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3 Comentários

  1. beth santos bezerra beth santos bezerra

    Por que o metro quadrado de Santos aumentou tanto de 2009 para 2010?

    • Beth,
      O m² de Santos está em constate aumento devido ao projeto do pré sal, a cidade deverá viver um crescimento imobiliário durante os próximos 5 anos devido a essa "descoberta" do pré sal, para isso a cidade deverá se preparar para receber os engenheiros e funcionários que atenderão a Petrobrás, além de prestadores de serviços. Geralemente, os investimento da BR são imensos e seus prestadores de serviços também faturam milhões com a BR, dessa forma acredito que durante um período de 2 anos os valores não devem parar de subir na região.

  2. Silvio Bergamini Silvio Bergamini

    Beth, como toda a natureza especulativa, o preço do metro quadrado em Santos está alto. Novos lançamentos exigem a média salarial de R$ 25 mil para financiamento. Basta um rápido raciocínio. Das empresas que atenderão o pré-sal, quantas somarão executivos com essa faixa salarial?
    Além disso,a proximidade com São Paulo, ABCD, poderá inibir fortemente a demanda desses imóveis supervalorizados. Hoje a oferta cresce a olhos vistos nas ruas e avenidas santistas. O número de empreendimentos começa a assustar os própriosinvestidores. Nota-se, por exemplo, desaceleração no ritmo das obras em diversos canteiros. Em alguns até manifestos já aconteceram. Restará aos futuros moradores de Santos o estoque de imóveis não novos, reformados, que pela tradição atendem bem aos escalões intermediários das empresas, esses sim, com maior número de pesosas.

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